quinta-feira, 31 de maio de 2012

tudinho sobre sapos


Classe Anfíbia

Classe Anfíbia
Sapo: espécie de anfíbio mais conhecido
Esta classe de animais vertebrados, composta por sapos, rãs, salamandras aquáticas e as cecílias, foi a primeira a aparecer no planeta terra por volta de 300 milhões de anos. Hoje, habitando algumas ilhas da Indonésia, ainda existem espécimes raros e antigos que viveram na Idade do Carvão, período em que estes animais foram o grupo dominante.
Os anfíbios têm a capacidade de viver tanto dentro quanto fora da água, porém, sua pele precisa estar constantemente úmida, pois funciona como um meio de respiração para este animal. Apesar de quase todos desta classe possuírem pulmões, eles são de estrutura extremamente simples. Tanto a rãs e quanto os sapos possuem ouvidos e um coração de complexidade superior se comparado aos seus ancestrais.
A forma de vida anfíbia, considerada bastante adaptável, vem evoluindo durante milhares de anos por sua capacidade de habitar a maior parte dos continentes do mundo, exceto a Antártida, que possui condições climáticas extremamente rigorosas para quase todo o tipo de vida.
Sapo Cururu
Sapo Cururu
No Brasil podemos encontrar estes seres em várias regiões, inclusive na região da Mata Atlântica, que com uma biodiversidade ainda maior do que a da Floresta Amazônica, possui sua fauna formada principalmente por anfíbios (grande variedade de anuros), além, é claro, de outras vidas como os mamíferos canídeos e aves das mais diversas. É uma das áreas mais sujeitas à precipitação no Brasil, com chuvas orográficas que caem em função das elevações do planalto e das serras, o que torna este um habitat perfeito para a categoria estudada.
No mundo todo há cerca de 4800 espécies de sapos. A maioria deles vive dentro ou próximo a uma fonte de água, muito embora existam aqueles que vivam em ambientes úmidos, mas que não são considerados ambientes aquáticos. A necessidade por água é mais premente para os ovos e os girinos do adulto, que vivem somente em ambiente líquido respirando através de guelras, assim como os peixes. Contudo, algumas espécies utilizam poças temporárias com água coletada nos ramos de plantas. Durante seu desenvolvimento ocorrem alterações genéticas que fazem com que as guelras dêem lugar ao pulmão.
Cerca de 4000 espécies fazem parte do grupo moderno destes vertebrados, sendo suas três principais categorias: os Caudata, chamados também de anfíbios com caudas, aqui estão as salamandras e sirenídios; Anura, são aqueles que não possuem calda, como as rãs e os sapos; e ainda os Gmnofiona ou Apoda, são aqueles que possuem o formato de verme.

Curiosidades

A palavra anfíbio, como adjetivo, significa qualquer coisa ou ser capaz de viver ou movimentar-se tanto em terra firme como na água. Exemplo: um veículo anfíbio.
Observada como substantivo, esta mesma palavra refere-se a qualquer espécie de animal vertebrado da Classe Anfíbia.
O termo anfíbio vem do grego e tem como significado "duas vidas". Um exemplo é o sapo, que nasce como girino, sobrevivendo somente dentro da água, mas que, depois de adulto, perde a cauda e se transforma em um Anuro, ordem dos sapos, rãs e pererecas. Este termo é bastante antigo e faz referência principal aos sapos, rãs e pererecas (por isso o nome).

Características

O macho mede cerca de 140 mm e a fêmea cerca de 170 mm. Existem diferenças de cor e tamanho entre macho e fêmea (veja foto acima, monstrando um casal em cópula). Quando apanhado com a mão pode encolher-se e ficar imóvel, em tanatose (finge-se de morto). Tanto as volumosas glândulas de veneno, como a tanatose podem ser consideradas como adaptações defensivas.

Hábitat

É comum em regiões serranas, tanto no litoral como no interior.

Distribuição

Ocorre no sudeste do Brasil, atingindo o leste do Paraguai.

Hábitos

Hábitos noturnos, abriga-se durante o dia em tocas entre raízes de árvores, no solo ou entre pedras.

Alimentação

Insetos.

Reprodução

Apresenta dimorfismo sexual acentuado. A desova é composta por cordões gelatinos em fileiras dupla de ovos (raramente única). Os girinos, pretos, vivem em cardumes.

Manifestações sonoras

Vocalizam parcialmente submersos em água calma, apoiados no fundo.
Fonte: www.trabalhonota10.com
Sapo
sapo é um vertebrado da classe dos Anfíbios e da ordem dos batráquios. Muitas vezes os sapos são confundidos com lagartos e pererecas, mas os sapos verdadeiros pertencem ao gênero Bufo.
Nesse gênero existem mais de 150 espécies. São encontrados em todo o mundo, menos no sudoe ste da Oceania e em Madagascar. Podem variar muito de tamanho, de 2 a 25 cm de altura. Eles se alimentam de insetos e pequenos animais. Procriam na água, podendo migrar até 1,5 km atrás de um bom lugar, pondo de 600 a 30.000 ovos, dependendo da espécie.
O girino vira adulto num período de um a três meses.
O sapo brasileiro mais comum é o sapo-cururu, Bufo marinus. O número de espécies de sapos vem diminuindo muito, pois ele é muito sensível a poluição da água e do ar. Exatamente por isto, sapos são considerados excelentes indicadores ecológicos.
Em 1980, duas espécies de sapos australianos desapareceram.
A maior parte dos sapos produz veneno para se defender, numa glândula especial que fica atrás de seus olhos.
Quando está com uma presa na boca, o sapo fecha os olhos, forçando-os para dentro, para ajudarem a empurrar a comida boca abaixo. Todo anfíbio é animal cordado craniota gnastomado tetrápode, da classe Amphibia. Pele nua, glandular, sempre umedecida, sem escamas; coração com três cavidades; respiração através de brânquias nos estágios iniciais (podendo persistir a vida inteira), e depois através de pulmões, pele e mucosa bucal, separada ou concomitantemente; fecundação externa. Abrangem as cecílias, salamandras e anuros.
As cecílias constituem uma família da ordem Gymnophiona (ápodes). De aspecto vermiforme, vivem nos solos humosos, pele lisa, com sulcos transversais formando anéis e provida de secreção defensiva. Tem os olhos recobertos pela pele, fato que lhes valeu o nome vulgar de cobras-de-duas-cabeças, ou cobras-cegas.
As salamandras são da ordem dos urodelos (Caudata), provido de cauda na fase adulta, com um ou dois pares de patas, e que, segundo o ambiente onde vive, pode apresentar brânquias ou não. A única espécie existente no Brasil é a Bolitoglossa amazonica.


Fonte: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/animais/sapo.php#ixzz1wVGMEQkW

Exemplos em Portugal



reprodução (coisa pouca)


Quando chega sua época de reprodução, na primavera, os sapos coaxam para atrair suas fêmeas. Quando se encontram, o macho abraça a fêmea, posicionado sobre esta. Durante o abraço, macho e fêmea eliminam suas gametas no mesmo instante.
Formam-se então ovos, envolvidos por muco, para que assim se prendam com facilidade em pedras e em plantas aquáticas.
Após algum tempo, os girinos saem dos ovos, já sabendo nadar e o fazendo ativamente.

origem da palavra sapo.


O nome sapo é uma designação genérica de anfíbios da ordem Anura predominantemente terrestres, com pele rugosa, e glândulas parotoides semelhantes a verrugas.[1] É usado especialmente em relação a membros da família Bufonidae. No entanto, não sendo uma designação científica, aplica-se também a algumas espécies de outras famílias comoBombinatoridaeDiscoglossidaePelobatidaeRhinophrynidaeScaphiopodidae eMicrohylidae. Por exemplo, o sapo-parteiro pertence à família Discoglossidae, à qual pertencem também as rãs-pintadas. A semelhança física dos sapos de famílias diferentes deve-se a evolução convergente em ambientes secos.
Existem cerca de 4.800 espécies de sapos.[carece de fontes] A maioria deles vive próximo a uma fonte de água, muito embora existam sapos que vivam em ambientes úmidos que não são considerados ambientes aquáticos, como a serrapilheira de florestas tropicais úmidas. A necessidade de água é mais premente para os ovos e os girinos do sapo, e algumas espécies utilizam poças temporárias e água acumulada nos ramos de plantas, como asbromélias como sítio de criação.
Os sapos se distinguem das rãs pelas membranas interdigitais pouco desenvolvidas e pela pele mais seca e rugosa. Geralmente, vive em ambiente mais seco.
Os anfíbios dependem da água para a postura de ovos, pois estes não têm casca, e para manter a pele úmida, necessário para a realização da respiração cutânea na qual a troca de gases é feita pela pele. A respiração cutânea é necessária pois a respiração pulmonar não é completamente eficiente.
Depois de alguns dias, dos ovos saem girinos que respiram por brânquias, têm uma cauda e não têm pernas. Com o tempo o girino vai perdendo a cauda, desenvolvendo pernas posteriores e anteriores e trocando a respiração branquial pelas respirações pulmonar e cutânea até deixar a água ao término das transformações.
Os sapos capturam suas presas lançando para fora da boca a língua muscosa, longa e pegajosa, que é presa ao assoalho da boca pela extremidade anterior.

terça-feira, 29 de maio de 2012

videos de sapos


sapos ameaçados de extiinção


 

Cryptobathrachus boulengeri
Hyperolis rubrovermicularis, anfíbio arborícola da costa do Quênia
Sphenophryne cornuta, espécie da Nova Guiné que cuida dos filhotes
Mantella aurantiaca, espécie criticamente ameaçada de Madagascar
Mantella sp., também de Madagascar
Albericus siegfriedi, espécie criticamente ameaçada da Nova Guiné
Centrolene tayrona, espécie vulnerável da Colômbia
Dendrobates azureus, espécie das montanhas do Suriname

RÃ - ÁGIL


RÃ - ÁGIL - Ela vive mais tempo em terra
 
 
FILO: Chordata
CLASSE: 
Amphibia
ORDEM: 
Diplasiocoela
FAMÍLIA: Ranidae
CARACTERÍSTICAS:Comprimento: 7 cm
600 a 1500 ovos
Incubação: 15 dias

A rã - ágil vai procriar na água , mas depois de postos e fecundados os óvulos, macho e fêmea voltam para a terra firme e aí permanecem até a primavera seguinte. Os ovos não flutuam e ficam no fundo, mesmo quando a água faz inchar a gelatina que os envolve.
Inicialmente herbívoros, depois carnívoros, os girinos desenvolvem - se rapidamente, adquirem patas e perdem a cauda. Mas a maioria será devorada pelos carnívoros de água doce (díticos, larvas, etc.). Os sobreviventes, em forma de pequenas rãs, sairão da água com dois meses de idade. Só retornarão depois de adultos, dois ou três anos mais tarde.
A rã - ágil é encontrada na metade Sul da Europa. Suas patas posteriores são excepcionalmente compridas, o que lhe permite dar pulos de até 2 m de extensão (daí o nome ágil). Seu dorso é acinzentado, puxando para o amarelo ou vermelho e salpicado de pequenas manchas pretas. Ela caça insetos, mas se alimenta de vermes e lesmas. Se chove, sai durante o dia; se não, somente no crepúsculo. No outono, o macho se enterra no lodo a fêmea, debaixo de folhas, e hibernam até a primavera, despertando de tempos em tempos quando o frio abranda.